Deixa que o silêncio se torne cúmplice:

Falei de ti e contei-lhe o nosso fim.
E, pela primeira vez na vida, consegui relembrar-te sem sentir mágoa do fim das coisas que julgávamos eternas.
Sei que não mudaste e que continuo a conhecer-te bem.
Apeteceu-me ligar-te para contar a minha vontade de que sejas sempre feliz.
No Verão, havemos de nos cruzar por entre o fogo. Vou sorrir-te e saberás que apesar de tudo, serás sempre alguém sem lugar nem tempo para mim.


Hei-de ver-te para sempre, L.

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