Dos carros que assustam:

Noventa e oito anos e a sinceridade toda na voz. Tinha vontade chorar e medo de ficar sozinha. Conformou-se e disse-me que com noventa e oito anos já não tinha idade para mandar em nada nem em ninguém. Agarrou-me a mão e fechou os olhos - já não estava sozinha.

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