Portugal:

Não me apetece ver-te amanhã. 

Da vida:

O grande desafio não é saber dar as respostas, é pôr as perguntas.

O método do dedo no ar devia ter alternativa:

Apontar não é feio e apontar para o céu tem uma dimensão simbólica bonita mas a questão é: pormos o dedo no ar, independentemente daquilo que não temos para dizer e quando, no fundo, está em causa quem é que foi o primeiro a por o dedo no ar e não tanto o que se distingue pela diferença das respostas. 
É isso, estamos a criar pequenos narcisistas ao invés gente autentica.

Atitude:

Há momentos nas nossas vidas que mudam tudo. São o rastilho daquilo que vai desenhar o que seremos a partir dali. Não são os traumas, é o que nos dizem e guardamos para sempre. São as memórias que persistem, um resto qualquer que nunca se esquece.

De alegria e de tristeza cada um tem um pedaço que é o seu:

Muda o angulo e mantém as circunstâncias: Vê-te pelos teus olhos nos comportamentos dos outros.