Não pedimos o fim, mas não nos importamos se acabar assim:

Não há, como nos filmes, aquele som aterrador do monitor que nos mostra a linha reta e continua (paradoxalmente, o fim, também). Há um silêncio e um arrependimento instintivo e instantâneo, sem paralelismo com nada. É nesse momento que o mundo para. Está ali mas já não está. Foi o melhor mas não foi. Era isto que se queria mas não era. A morte foi a primeira verdade que aprendemos e a mais difícil de assumir quando chegamos ao fim. Vivemos toda uma vida a saber que vamos morrer e quando a morte chega é sempre traiçoeira, desprevenida e devastadora. Há a tristeza com a saudade e a vontade. Foi uma escolha mas já não é apesar da morte não ser escolhida porque é sempre traiçoeira, desprevenida e devastadora.

Used to tell me "sky's the limit", now the sky's our point of view:

Lembrar-me é trazer as memórias à vida. Viver serão sempre as saudades dessas memórias. O limbo estará sempre no extremo das realidades. Tudo é verdade e tudo pode ser caminho. 

Eu & Eles:

Viver com homens lembra-me porque é que gosto tanto deles.

Isto da vida:

O truque é preocuparmo-nos com a opinião dos outros sem deixarmos de duvidar da nossa.

Whoever doesn't miss Soviet Union has no heart. Whoever wants it back has no brain:

É fácil fazer-se uma guerra. É nestes momentos que prefiro a cobardia à bravura. 
Não há heróis na vida real, os que tentam morrem. São os cobardes, que com amor à vida e talvez com medo de morrer, recebem as medalhas. E, talvez as mereçam.

A ironia das ironias:

Quem não gosta da Rússia são os que dependem dela.