Deus me perdoe e me dê paciência para aturar a hipocrisia:

É preciso vir o Bloco de Esquerda com um cartaz polémico que junta a palavra Jesus aos homossexuais, para virem os cristãos ofendidos do pais, a proclamarem a fé e os valores do cristianismo que nunca os vi a ter quando, por exemplo, falam sobre os refugiados ou quando fizeram da liberdade de expressão bandeira ao defenderem o Charlie Hebdo.
As igrejas andam vazias mas os fundamentalistas religiosos multiplicam-se nestas alturas. Que ultraje, meu Deus, defender o mesmo que Cristo: Amor e tolerância. 

9 comentários:

  1. Nao era a menina que era contra homossexuais adoptarem e constituírem familia? ai ai

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  2. Essa é talvez a minha melhor qualidade (porque também não tenho muitas): Ser independente das minhas convicções.
    Ha argumentos válidos e há outros que não valem porra nenhuma. Sou fanática pela liberdade, o respeito e a democracia.
    So por sermos do Benfica, não podemos achar que jogam sempre bem...

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  3. ainda es viva? mais valia que não, que incoerencias! parece que as vezes as pessoas se esquecem dos valores culturais com que cresceram. Em nome do pai, do filho e do espirito santo, sabes o que e? enfim

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    1. Para Jesus, não estas nada mal... Reza um Pai Nosso que isso passa.

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  4. e porque e que não gozam com o maome muçulmano?? tem medo desses?

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    1. Estavam com medo do Diogo Morgado, desde que foi a Oprah ficou cheio de manias.

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  5. Olá :-)

    Vou linkar um texto meu para não ter que repetir-me. Desculpa, é à atrevida mesmo:-)

    http://vestidinhosecalcoezinhos.blogspot.pt/2016/02/oh-pa-eu-tambem-quero-falar-do-cartaz.html

    Não nos julgues por um todo ;-) Sim, sou a favor da vinda dos refugiados, sim não tenho nada contra aos homossexuais e relembrando as palavras do Papa Francisco: não julguemos as pessoas pela sua orientação sexual, mas sim pelo seu caráter {repara que não pus aspas: fica a ideia}.
    Não querendo ser arrogante: estás em tua casa. A Igreja Católica não é isso que aqui [de]escreves: nunca nos opusemos à vinda dos refugiados, mas este e outros temas dariam para longas conversas entre nós as duas ;-) eu e esta mania que conheço as pessoas pela escrita ;-D

    Gosto muito de ler-te, não estejas tanto tempo sem escrever.

    Rita

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  6. Olá Rita,

    Admito que a ideia que escrevo, muitas vezes possa ficar aquém da interpretação de quem a lê.
    O texto nao julga os católicos, os que honram verdadeiramente a Igreja, quem vê na fé a salvação e em Deus o criador. O texto é uma critica aos que, não dando importância à religião se chegam à frente em seu nome. É o meu julgamento aos que têm dois pesos e duas medidas, aqueles que não conseguindo ultrapassar o preconceito se escondem às custas de uma crença que nunca sentiram e de um Deus que maltratam todos os dias porque o cristianismo é muito mais do que nos revoltarmos com cartazes.
    O texto julga os falsos cristãos exatamente porque respeito muito os verdadeiros. Apesar de ser contra a ideia que o cartaz transmite, sou muito mais contra o argumento de gente incoerente que usa a Igreja Católica apenas quando lhes é conveniente, esquecendo nos dias seguintes de apregoar com a mesma força os seus valores.

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  7. Olá Gata:

    [isto dito assim... :-) ]

    A leitura é algo muito pessoal :-) não condeno ninguém por isso: a a leitura abre-nos os horizontes, embora nunca chegues à mente do autor, a não ser que ele ta explique :-) e ainda assim...
    Ao lê-lo entendi que os julgavas; a escrita tem destas coisas :-) Eu não vejo na Igreja a salvação, porque não faço nada da qual mereça ser salva. Eu vejo na Igreja estampada a minha fé. Não te vou dizer que tudo que oiço, leio e interpreto de forma cega: seria mentira. Mas, olho, absorvo, penso de forma critica. Sou católica praticante, confesso-me e nunca tive penitência: ora vê lá tu, que os padres que me confessam são tolerantes, como aquilo que me ensinam a ser na missa. Existirão Padres intolerantes? Claro que sim. Nunca fui abusada por nenhum quando era pequena serão todos pedófilos?, não me parece. O que me parece é que todos nós falamos do que não conhecemos profundamente: falamos de perceções. Eu sou uma mulher de direita: por convicção; não me revejo nos ideais, mas há homens de esquerda com valor. Tal e como os católicos. Entendes? Uma só árvore não faz uma floresta. A Igreja católica não são aqueles que se insurgiram contra o cartaz. Falarão mais deles porque serão os mais exaltados e como exaltados que são, dão visibilidade a essa ala mais extremista e ortodoxa da Igreja. Não comungo desses princípios: ensinaram-me {e agora aos 42 anos é o que continua a fazer sentido} a viver a minha fé com recato e decoro. :-)

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